terça-feira, 28 de outubro de 2014

A passos de formiga

Por: Charline Barbosa e Tatiana Palinski

Passeio com xs alunxs 

Também como atividade integrante do Projeto de Educação Ambiental, realizado no Colégio João Paulo II, planejou-se a realização do plantio de árvores e flores dentro do espaço escolar. Para isso, inicialmente foi realizado um passeio na escola com os(as) alunos(as) do Ensino Médio. Este passeio objetivou fazer com que os(as) alunos(as) recebessem a constituição arbórea presente no entorno escolar. Assim, eles puderam observar com mais atenção o que possuem no pátio; o que falta lá e, portanto, o que pode ser acrescentando; o que pode ser modificado; o que pode ser excluído, entre outros aspectos. Enfim, por meio deste passeio intentou-se criar a percepção nos(as) alunos(as) sobre a realidade que os(as) circundam, sendo está realidade aquela que vai também para além dos muros da escola.
Cada turma, no período matutino, com a colaboração do(a) professor(a) que lecionava naquela turna, guiado pelos(as) pibidianos, realizaram o passeio na escola.
Em alguns períodos da visita, os bolsistas realizavam pausas e tinham conversas com os alunos, mediante ao que estava sendo observado no momento, onde os alunos eram indagados sobre a situação de determinados pontos, e o que poderia ser feito para minimizar danos, e então melhorar aquele espaço. A maioria dos alunos, nos diferentes pontos de pausa, sugeriram o plantio de árvores, flores, limpeza e melhoramento do local, para melhor uso do estabelecimento. Ressaltando que anterior ao passeio pela escola, estava previsto plantio de plantas, e reformulação de alguns espaços, e nesse momento de conversa podemos identificar as angustias e desejos de melhorias na escola, podendo deixar assim a instituição com a cara diferente. Ao fim da volta pela área externa do ambiente escolar, os alunos eram conduzidos até suas salas de aula
Além disso, como este passeio intentou criar a percepção dos(as) alunos(as) sobre o meio que os cerca, afim de que após fossem plantadas diferentes espécies de flora, cada turma do Ensino Médio foi responsabilizada por realizar uma pesquisa sobre a flora nativa e elencar algumas das plantas que poderiam se fazer presentes na escola por meio do plantio das mesmas.



























Confecção dos materiais
Visando um planejamento quanto ao plantio e conservação de áreas que apresentam deficit em plantas (árvores e/ou flores), foi destinado um momento, em horário contrário ao das aulas dxs alunxs, para xs mesmxs participarem da atividade de confecção de materiais, os quais posteriormente seriam utilizados para o plantio das plantas. Esta atividade ocorreu após o passeio dos(as) alunos(as) na escola.
Em momento anterior ao de confecção dos materiais, aos alunos foi proposto que trouxessem materiais, como pneus, garrafas PET, potes pequenos, caixotes, entre outros materiais que não fossem utilizados em suas casas, para assim reutilizar no ambiente escolar no momento do plantio. Para a realização da atividade alguns alunxs de cada turma foram convidadxs a participar da confecção. Esta atividade faz parte da gincana que está acontecendo com os mesmos.
A adesão pela atividade foi considerada de nível médio, sendo que foram poucos os alunos que compareceram naquela tarde, porém tentavam ajudar no que conseguiam/podiam. A escola disponibilizou alguns materiais utilizados nessa tarde, como tintas, pincéis, lixas, dentre outros materiais.
 Foi pintada a maioria dos pneus, os caixotes, lajotas para pequeno jardim externo e também a pintura em alguns potes, os quais servirão para plantio de flores (as quais também ganharão vida em garrafas PET customizadas). Também foi construída uma floreira de madeira. Ao fim da tarde de trabalhos pode ser observado diversos materiais prontos para uso no plantio das plantas, sendo que para esse foi destinado um outro momento, sendo novamente convidado os alunos para participação na atividade.























Plantio
Como pode ser observado nas imagens anteriores, alguns alunos(as) do Ensino Médio contribuíram para a confecção dos materiais, bem como auxiliaram na poda de árvores e na confecção de um canteiro central, que localiza-se no pátio da parte posterior da escola (como pode ser observado nas imagens a seguir).



Também foi restaurada a parte frontal da escola, como pode ser observada nas imagens a seguir:




 Dentre outros espaços da escola, como pode ser visualizado nas imagens abaixo:


























Atitudes como estas, em consonância com os(as) alunos(as) objetiva-se despertar nos(as) mesmos(as) a sensibilidade em perceber o meio como um local que é utilizado por um conjunto de indivíduos e que o mesmo pode ser, portanto, cuidado/preservado/restaurado. Assim, por meio do plantio, os(as) alunos(as) podem também habituarem-se com o cuidado de plantas em suas residências, bem como obter cuidado de plantas alheias. Além disso, despertar o anseio de preservação (de matas, florestas, riachos e outros ecossistemas naturais) a nível global.





segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Questionário

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Limpando minha escola

Por: Rafaela Pazinato

      Para dar continuidade a atividade realizada com o documentário “Lixo Extraordinário”  e a visita a APARA de Realeza, os alunos do Colégio João Paulo II, juntamente com o PIBID/Ciências Biológicas, realizaram durante algumas semanas uma limpeza semanal  no pátio da escola. No decorrer de uma semana cada turma do ensino médio ficou responsável pela limpeza da escola em geral, recolhendo o lixo reciclável deixado por todo o pátio escolar. Começando pelo 1º ano e finalizando com o 3º ano.
      Cada turma do ensino médio recebeu um saco azul (o qual é utilizado pelo município para o descarte de material reciclável) com sua turma indicada. Ao final de cada semana, xs pibidianxs pesaram todo o lixo recolhido pela respectiva turma.
     Para cada dia de tarefa cumprida a turma responsável pelo recolhimento do lixo ganhará uma pontuação relacionada com o trabalho realizada durante a atividade. 
    
   Quase todas as turmas realizaram a atividade, pois contratempos como clima e avaliações ocorreram. Ainda assim, a atividade foi realizada com sucesso!
     Abaixo seguem fotos do recolhimento do lixo










sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Varal da Reflexão

Por: Rafael Carneiro

    A produção e desenvolvimento de espaços de arte e beleza na escola, também é estimulada nas atividades que o PIBID/Ciências Biológicas vem desenvolvendo no Colégio Estadual João Paulo II referente ao Projeto de Educação Ambiental.
     Após a vista à APARA (Associação de Apoio aos Agentes Comunitários de Realeza), solicitou-se que xs alunxs confeccionassem um desenho que representa-se o que elxs conseguiram absorver do momento da visita à APARA, bem como do documentário "Lixo Extraordinário".
   Saíram belos desenhos, que representaram desde o lixo em espaços impróprios, até um meio ambiente melhor, florido e com dias iluminados.
    Solicitou-se também a(o)s alunxs que no verso do desenho fizessem uma paródia, poema, verso ou frase que expressasse o que eles tentaram representar com a ilustração.
   Ao final, os desenhos foram expostos na forma de um varal, o qual buscou mostrar à toda a comunidade escolar a produção dxs alunxs do Ensino Médio.
    Foi Lindo!!!



 















quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Reciclando valores


Por: Poliane Talita

No dia 22 de agosto ocorreu a visita à APARA (Associação de Apoio aos Agentes Comunitários de Realeza), com os alunos do Colégio Estadual João Paulo II. Esta visita é uma das atividades organizadas por meio da realização do projeto de Educação Ambiental na Escola (a Figura 1 mostra um pouco deste local onde se localiza a APARA).
A APARA é uma associação criada por um grupo de pessoas e que teve um espaço cedido pela prefeitura para que fosse realizada a separação dos materiais recicláveis. Estes materiais, ao chegarem na APARA são separados de acordo com suas devidas classificações (papel, vidro, papelão, plástico "cristal", plástico pet, etc) e, em seguida, realiza-se a confecção de fardos para posterior venda dos produtos. A Figura 2 mostra um pouco do trabalho que é realizado por um catador da associação. Os produtos vendidos tem como destino outras cidades, como Cascavel, Francisco Beltrão, Maringá, Curitiba e, até mesmo, Realeza, que trata-se do destino das latinhas. Os valores recebidos com as vendas dos fardos são pagos aos associados de acordo com a carga horária e o trabalho realizado por cada um.
O senhor Natalino, presidente da associação (Figura 3), nos recebeu abertamente e se apresentou disposto a mostrar aos alunos de onde vem os materiais, para onde vai o que é produzido pelo município e qual seu destino final. Muito gentil, respondeu a todas as perguntas feitas pelos alunos, e contou a história da associação (as Figuras 4, 5, 6, 7 e 8 mostram as turmas de alunos levadas até o local). Todos ficaram surpresos com a quantidade de materiais produzidos em um dia, comparando todo o volume produzido com a quantidade de moradores no município. Esta quantidade permeia o valor de 7 a 8 toneladas de materiais. 
Uma curiosidade de todas as turmas era a questão do lixo orgânico, qual o destino?  O senhor Natalino nos contou que o lixo orgânico é destinado diretamente para o aterro sanitário que existe no município. No entanto, apesar disso ainda há uma quantidade de lixo orgânico sendo depositado juntamente com os materiais recicláveis. Dessa forma, há o trabalho dos catadores em separar este lixo e acumulá-lo nas dependências da APARA, para, em seguida, ser transportado ao aterro.
Com isso, percebe-se a importância na separação destes produtos em nossas casas, tanto quanto na escola e nos estabelecimentos comerciais (ainda mais levando em conta que há a coleta adequada destes materiais).

Figura 1
Figura 2

Figura 3


Figura 4 - Alunos do 1º ano A.

Figura 5 - Alunos do 2º ano B

Figura 6 - Alunos do 2º ano A

Figura 7 - Alunos do 1º ano B

Figura 8 - Alunos do 3º ano.



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Para uns: sobrevivência. Para outros: lixo


Por: Charline Barbosa

Não são apenas as atividades que os alunos interagem diretamente que torna as discussões (de forma geral) atraentes e consistentes. Foi por isso que pensou-se em exibir o vídeo documentário "Lixo Extraordinário" (Título Original, do inglês: Waste Land), com direção de Karen Harley, João Jardim e Lucy Walker.
O documentário mencionado foi filmado ao longo de 2 anos (com início no mês de agosto de 2007 percorrendo até meados de maio de 2009), e lançado em 22 de outubro de 2010, tendo Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte como países de origem.

Durante 94 minutos de documentário é retratado como vivem as pessoas que trabalham diariamente no Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, localizado no Rio de Janeiro/RJ. O 'personagem' principal deste vídeo trata-se do artista plástico Vick Muniz, o qual objetiva conhecer a vida das pessoas deste lixão, para assim poder realizar um trabalho.


Encarte do documentário "Lixo Extraordinário". Na imagem: Tião, presidente da Associação de Catadores de Material Reciclável do Aterro Sanitário de Jardim Gramacho (ACAMJG).
Fonte: http://www.coletivoverde.com.br/wp-content/uploads/2011/08/lixo-extraordinario.jpg 
       Naquele ambiente, a rotina que passa a ser realizada pelo artista plástico Vick Muniz trata-se de fotografar pessoas que trabalham com a procura e a separação de materiais recicláveis no lixão. Durante o documentário, é perceptível que estas pessoas trabalham naquele ambiente, por várias horas/dia, em troca de um reduzido ordenado, o que lhes permite apenas sobreviver.
Além de renomado artista plástico, agora Vick Muniz é conhecido pela premiação que obteve a partir da produção deste documentário. Os prêmios são: Prêmio do Público de Melhor Documentário Internacional no Festival de Sundance, em 2010; Prêmio da Amnistia Internacional e Prêmio do Público de Melhor Documentário/Mostra Panorama, no Festival de Berlim, em 2010; Prêmio do Público de Melhor Documentário no Full Frame Documentary Festival, nos EUA, em 2010; Silver Audience Award no Stockholm Film Festival, em 2010.
Desta forma, é diante do impacto que o documentário produziu no cinema que o mesmo foi exibido pelos dias 14 de agosto, na Casa da Cultura Antônio Baccin, em Realeza/PR. Neste dia, todos os alunos e professores que se fariam presentes naquela manhã de sexta-feira no Colégio João Paulo II, puderam contemplar a simplicidade e o trabalho árduo de pessoas que nem sempre são lembradas, ou se quer são reconhecidas.
O impacto causado no cinema pelo documentário, o qual induziu a exibição do vídeo à este grupo de alunos e professores, foi provocado pela destruição das fechaduras das portas que trancam estas pessoas em um mundo onde a realidade é desmedida e as vezes nem é conhecida. As profundas e marcantes imagens que são exibidas nos permitem ver qual a verdadeira realidade de milhares de pessoas que submetem constantemente sua vida num lixão, onde correm riscos de infecções das mais diversas origens e colocam em risco a própria vida. Além da fácil possibilidade dos acidentes que podem ser provocados pelos enormes caminhões que amontoam aquela infinidade de sobrevivência.
Para nós um descarte rotineiro que, rotineiramente, chamamos de "LIXO" , para eles, trabalhadores catadores, uma questão de sobrevivência. Para nós, lixo; para os catadores migalhas de sobrevivência daqueles muitas coisas que talvez nunca irão comprar, pois poderão nunca saber o que são, pois poderão nunca sair daquele lugar. É assim que vivem os trabalhadores.
Podemos ver como uma divergência esta situação, diante da bela, rica e harmoniosa sociedade em que vivemos. Mas mais divergente ainda pode ser a felicidade e a esperança que pode ser percebida em cada uma daquelas pessoas que aparecem no documentário.
Se quiser compreender, refletir e argumentar sobre o documentário, assista o trailer (https://www.youtube.com/watch?v=_pyR9qCd2F8) ou o documentário na íntegra (https://www.youtube.com/watch?v=_4Xkml9dJLM).

É a partir de reflexões como estas que serão discutidas, nós próximos dias, com os alunos do Ensino Médio do colégio, situações que nos fazem pensar sobre como o lixo é produzido, sobre qual o destino do que produzimos, se este destino é o destino correto, se lixão e aterro sanitário tratam-se da mesma coisa. Afinal, como diz Valter dos Santos: - "99, não é 100!".
Enfim, poderão ser trabalhadas outras infinidades de percepções que podemos ter a partir de um documentário como este, e a partir do que vemos e vivemos todos os dias da nossa vida.


Tião: - "A gente não é catador de lixo, é catador de material reciclável. Lixo é aquilo que não tem reaproveitamento, material reciclável sim".
 Tião Santos - Presidente da Associação de Catadores de Material Reciclável do Aterro Sanitário de Jardim Gramacho (ACAMJG).

Seguem algumas imagens referentes ao documentário e a exibição do mesmo:
Da esquerda para a direita, as pibidianas: Poliane, Tatiana, Rafaela e Charline.

Alun@s e professor@s do Colégio João Paulo II assistindo o documentário.
Alun@s e professor@s do Colégio João Paulo II assistindo o documentário.

Magna (Catadora do Aterro Sanitário de Jardim de Gramacho).
Fonte: http://www.filmologia.com.br/wp-content/uploads/2011/04/Lixo-Extraordin%C3%A1rio.jpg

Suelem  (Catadora do Aterro Sanitário de Jardim de Gramacho) e seus dois filhos.
Fonte: http://www.coletivoverde.com.br/wp-content/uploads/2011/08/lixo-extraordionario5.jpeg
Zumbi  (Catador do Aterro Sanitário de Jardim de Gramacho).
Fonte: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiF7jo67zKgHEnOpQqdfFC15pLBgcMTdt3imM5znBNjZu53swSq9hdoUqCngUGpg6qiSRl1u6uC-xBqTJPhrso37PuNpXlyS4aYB3EpWbxXzPFiNWSod0ZKzYaHXuwpCKp2LQBzABOlkHI/s1600/lixo6.jpg

Valter dos Santos  (Catador do Aterro Sanitário de Jardim de Gramacho).
Fonte: http://www.ufrb.edu.br/janelasculturais/wp-content/uploads/2012/11/walter-dos-santos2.jpg

Fonte: http://www.coletivoverde.com.br/wp-content/uploads/2011/08/lixo-extraordinario3.jpg


Atividade com cartões

Por: Tatiana Palinski

Estão sendo realizadas diversas atividades com os alunos do Ensino Médio (Figuras 1, 2, 3 e 4), do Colégio Estadual João Paulo II, em relação ao Projeto de Educação Ambiental.
Dentre elas foi realizada uma atividade de reflexão mediante ao tema “Consumo Consciente”, pelos dias 13 de agosto. A atividades consistiu em uma dinâmica com cartões que expressavam, em forma de frases e questionamentos com conceitos que instigavam argumentação dos alunos, as atitudes e valores praticados no cotidiano dos mesmos. Os alunos foram dispostos em círculos, a fim de promover a visualização de seus colegas de turma como um todo; e uma música foi então iniciada. Em cada momento que esta ganhava pausa, o aluno que estivesse com uma pequena bola (a qual estava passando de mão em mão enquanto a música tocada), deveria ler seu cartão e argumentar sobre determinada questão, como exemplo tinham cartões palavras como: "Consumismo" e os famosos 3 R (RRR - Reduzir, Reciclar e Reutilizar).
Durante a atividade, também foram mostradas as imagens, em forma de fotografia, as quais foram registradas em atividade anterior, para então ser realizada reflexão dos mesmos em relação a maneira como estão deixando o ambiente escolar, o que reflete muitas vezes, com o que acontece fora aos muros da escola.
As pibidianas perceberam que em cada turma que a atividade foi trabalhada a aceitação das mesmas variava. Alguns alunos argumentavam mais, enquanto outros eram mais retraídos. De forma geral, entendemos que a atividade foi de grande importância para discussões sobre Educação Ambiental, visto que percebiam alguma frase e logo faziam comparações com o cotidiano dos mesmos, entendendo que algumas medidas de consumo poderiam ser consideradas e repensadas.
Logo ao fim desta atividade, os alunos já indagavam qual seria a próxima atividade, o que entendeu-se que o projeto está sendo aceito de forma considerada satisfatória.

Figura 1: Alunos do 3º ano do Colégio Estadual João Paulo II
Foto por: Poliane Talita.

Figura 2: Alunos do 1º ano B, do Colégio Estadual João Paulo II
Foto por: Poliane Talita

Figura 3: Alunos do 3º ano do Colégio Estadual João Paulo II.
Foto por: Poliane Talita

Figura 4: Alunos do 3º ano do Colégio Estadual João Paulo II.
Foto por: Poliane Talita.